fonte: http://cio.uol.com.br/gestao/2010/02/02/bi-ferramentas-sem-estrategia-sao-inuteis/
Há alguns anos, os diretores de TI têm sido pressionados a desenvolver ferramentas voltadas a análise de dados e que ajudem os executivos das organizações a tomar decisões de forma rápida e eficiente. Um estudo conduzido pela consultoria Aberdeen Group, no entanto, aponta que em 2010 esse tipo de projeto - encabeçado pelas aplicações de BI (Business Intelligence) deve representar uma verdadeira febre entre os CIOs.
O levantamento da Aberdeen, no qual foram ouvidos executivos de negócio e de TI, aponta que o BI aparece como prioridade, nos dois últimos anos, na lista de tecnologias que irão ter o maior impacto para as organizações nos próximos cinco anos.
"O interesse em BI, tanto em relação ao uso como à sofisticação das aplicações só tem crescido a cada ano", ressalta o CIO e vice-presidente sênior da loja online de automóveis Cars.com, Bill Swislow, que justifica: “O aumento dos problemas corporativos de gestão é constante e, com o passar do tempo, todos os executivos creditam às ferramentas de inteligência de negócios a capacidade de resolvê-los.”
Swislow fala isso da experiência de quem, antes de se tornar CIO da Cars.com - há cerca de um ano -, na posição de vice-presidente da companhia ele era um dos maiores entusiastas da adoção das ferramentas de BI para incrementar os resultados do negócio.
Hoje, após assumir o desafio de gerenciar a área de tecnologia, o executivo afirma que conseguiu demonstrar na prática que sua ideias sobre a análise de informações contidas nos servidores da própria companhia pode ser uma vantagem competitiva importante para a companhia. No entanto, para obter bons resultado, o CIO explica que antes da implementação do BI é preciso tomar alguns cuidados. “Os líderes devem determinar quais processos de negócio poderão ser otimizados com a iniciativa e garantir que os dados necessários chegarão às pessoas corretas por meio da ferramenta”, afirma ele.
Nesse sentido, o diretor-executivo de TI da consultoria norte-americana em gestão financeira Charles River Associates (CRA), Steve Anthony, destaca que também é importante definir que as ações decorrentes dos cruzamentos de dados por meio do BI devem estar alinhadas à estratégia corporativa como um todo. “Essa tarefa leva algum tempo e não pode ser realizada às pressas”, diz Anthony.
Ele conta que, no caso da CRA, foram necessários seis meses antes da implementação da ferramenta apenas para definir os objetivos do projeto, capacitar os colaboradores responsáveis pela análise dos dados, estabelecer métricas para a avaliação do desempenho da companhia com o uso do BI e consolidar os dados corporativos em uma só base.
O resultado foi o desenvolvimento de uma ferramenta própria, a qual permite que cada usuário registrado acesse as informações relacionadas à sua área de atuação. “Com o sistema de BI, nossos executivos passaram a tomar decisões baseadas na análise de nosso desempenho e do comportamento dos clientes – o que mostra e eles a perspectiva de quais iniciativas devem ser planejadas para trazer mais valor à organização”, informa Anthony.
No caso da Cars.com, Swislow conta que o cruzamento de informações permite não só que a empresa gere novos negócios, como também que consiga se posicionar melhor perante anunciantes e possíveis parceiros. “Hoje é possível mostrar detalhadamente qual é o perfil de nossos usuários, os quais são responsáveis por mais de um milhão de acessos diários ao site”, conclui ele.
Antes de implementar projetos para a análise de dados corporativos, CIOs devem determinar quais processos de negócio poderão ser otimizados com a iniciativa e garantir que os dados chegarão às pessoas corretas
Há alguns anos, os diretores de TI têm sido pressionados a desenvolver ferramentas voltadas a análise de dados e que ajudem os executivos das organizações a tomar decisões de forma rápida e eficiente. Um estudo conduzido pela consultoria Aberdeen Group, no entanto, aponta que em 2010 esse tipo de projeto - encabeçado pelas aplicações de BI (Business Intelligence) deve representar uma verdadeira febre entre os CIOs.
O levantamento da Aberdeen, no qual foram ouvidos executivos de negócio e de TI, aponta que o BI aparece como prioridade, nos dois últimos anos, na lista de tecnologias que irão ter o maior impacto para as organizações nos próximos cinco anos.
"O interesse em BI, tanto em relação ao uso como à sofisticação das aplicações só tem crescido a cada ano", ressalta o CIO e vice-presidente sênior da loja online de automóveis Cars.com, Bill Swislow, que justifica: “O aumento dos problemas corporativos de gestão é constante e, com o passar do tempo, todos os executivos creditam às ferramentas de inteligência de negócios a capacidade de resolvê-los.”
Swislow fala isso da experiência de quem, antes de se tornar CIO da Cars.com - há cerca de um ano -, na posição de vice-presidente da companhia ele era um dos maiores entusiastas da adoção das ferramentas de BI para incrementar os resultados do negócio.
Hoje, após assumir o desafio de gerenciar a área de tecnologia, o executivo afirma que conseguiu demonstrar na prática que sua ideias sobre a análise de informações contidas nos servidores da própria companhia pode ser uma vantagem competitiva importante para a companhia. No entanto, para obter bons resultado, o CIO explica que antes da implementação do BI é preciso tomar alguns cuidados. “Os líderes devem determinar quais processos de negócio poderão ser otimizados com a iniciativa e garantir que os dados necessários chegarão às pessoas corretas por meio da ferramenta”, afirma ele.
Nesse sentido, o diretor-executivo de TI da consultoria norte-americana em gestão financeira Charles River Associates (CRA), Steve Anthony, destaca que também é importante definir que as ações decorrentes dos cruzamentos de dados por meio do BI devem estar alinhadas à estratégia corporativa como um todo. “Essa tarefa leva algum tempo e não pode ser realizada às pressas”, diz Anthony.
Ele conta que, no caso da CRA, foram necessários seis meses antes da implementação da ferramenta apenas para definir os objetivos do projeto, capacitar os colaboradores responsáveis pela análise dos dados, estabelecer métricas para a avaliação do desempenho da companhia com o uso do BI e consolidar os dados corporativos em uma só base.
O resultado foi o desenvolvimento de uma ferramenta própria, a qual permite que cada usuário registrado acesse as informações relacionadas à sua área de atuação. “Com o sistema de BI, nossos executivos passaram a tomar decisões baseadas na análise de nosso desempenho e do comportamento dos clientes – o que mostra e eles a perspectiva de quais iniciativas devem ser planejadas para trazer mais valor à organização”, informa Anthony.
No caso da Cars.com, Swislow conta que o cruzamento de informações permite não só que a empresa gere novos negócios, como também que consiga se posicionar melhor perante anunciantes e possíveis parceiros. “Hoje é possível mostrar detalhadamente qual é o perfil de nossos usuários, os quais são responsáveis por mais de um milhão de acessos diários ao site”, conclui ele.
Thomas Wailgum
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